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Homenagem ao Dia do Nutricionista
Homenagem ao Dia do Nutricionista

Homenagem ao Dia do Nutricionista: veja depoimentos inspiradores

Eu amo minha profissão! E é por isso que quero prestar uma homenagem ao Dia do Nutricionista, celebrado no dia 31 de agosto. Ao longo deste texto você verá depoimentos adoráveis de alguns colegas, que também falarão sobre a importância do nosso ofício na era do excesso de informação sobre o que se “pode” e o que “não se pode” comer.
Vou começar dando meu próprio depoimento! Escolhi a Nutrição porque acredito que a saúde começa em casa, com a alimentação. Tive muita sorte de ter uma relação bem tranquila com a comida pela minha cultura e pela minha família.
Quando morei nos Estados Unidos, perdi um pouco dessa confiança, porque fui bombardeada com tantos mitos sobre gordura, açúcar e outros “vilões” da vez. Mas sou grata a isso porque foi justamente nesse período que resolvi conhecer mais sobre como se alimentar melhor, e, como boa ‘nerd’, entrei na faculdade de Nutrição aos 35 anos de idade, sendo que eu já era formada como engenheira agrônoma há muitos anos. Estudando essa ciência da Nutrição descobri que havia muitos mitos e dogmas errados.
Ao longo do tempo, passei a me interessar cada vez mais pelo COMO comemos, ou seja, o comportamento alimentar. Hoje, fico feliz em poder ajudar as pessoas focando na mudança de hábitos e do comportamento diante da comida. Vejo um grande futuro para a área de Nutrição, porque temos um papel muito significativo na reorganização da saúde! Nutrição é saúde!
Vamos aos depoimentos!

Em homenagem ao Dia do Nutricionista, histórias reais

A homenagem ao Dia do Nutricionista da Gabriela Ramos, estudante de Nutrição de 19 anos, vem da forma como ela se interessou pela área.
“Sempre fui gordinha, desde a infância. Mas em 2013 passei por um problema emocional, minha avó faleceu, e engordei 15 quilos. E estes 15 quilos me trouxeram muitos problemas com saúde. Eu tinha só 15 anos. Fui em um endocrinologista e ele me disse que eu estava daquele jeito por conta do peso. Até então eu nunca tinha tido problema comigo mesma, sempre fui tranquila. Aí comecei a fazer reeducação alimentar, não queria fazer dieta, porque conhecia muitas pessoas que tinham feito e fracassaram.
Comecei a pesquisar sobre os alimentos, sobre o que ia fazer bem pra mim e comecei a gostar muito. Aí entrei na onda do Instagram. Foi a pior besteira. Comecei a seguir algumas blogueiras fitness, algumas Nutricionistas que eram terroristas, e comecei a ver muita restrição: arroz, pão, glúten, ovo… ! Comecei a ficar meio angustiada. Fiquei mais ou menos um ano nesse terrorismo alimentar, tudo que eu comia eu contava. Se eu comia uma maçã a mais, eu achava que ia engordar por causa da frutose. Não conseguia mais sair com meus pais, e o pessoal falava, ‘nossa, você está muito chata’.
Cheguei a um estado muito ruim e estava me sentindo depressiva. Vi a gravidade do problema e percebi o quanto a relação com a comida pode influenciar o psicológico. Comecei a buscar ajuda, e uma delas foi o livro da Sophie. Comecei a ler e pesquisar, e achei fantástico, porque era justamente o que eu pensava. O livro resgatou essa simplicidade, o comer com mais leveza. Depois que li pensei que a gente precisa de gente assim na Nutrição, porque até os profissionais estão perdidos. O Nutricionista abrange muito mais do que a alimentação.”

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A homenagem ao Dia do Nutricionista de Dulcinèa Carvalho, 53, que é profissional da área, tem a ver com o reencontro que ela teve com as próprias crenças.
“O discurso da Sophie vem ao encontro do que eu acredito. Por muito tempo me senti insegura de atuar com essa abordagem. O embate era sempre assim: “mas como você consegue atingir a meta, se você não mede, não pesa o paciente?’. Fiquei achando por muito tempo que realmente eu estava errada, mesmo vendo resultado com os pacientes. Tive um grande conflito interno e parei de atender por uns seis meses.
Os pacientes começaram a me chamar, e acabei voltando. Acho que o Nutricionista é como uma luz que abre caminho para o paciente. Eu me vejo dessa forma hoje. Sou um veículo para ele descobrir qual é o papel dele na vida, no entorno, e com a família. Tudo isso reflete na alimentação. Porque a partir do momento em que a pessoa se conhece, ela se torna mais segura e passa essa segurança por onde ela caminhar.”
A Nutricionista Maristela Paschoa, 50, presta sua homenagem ao Dia do Nutricionista falando sobre o papel do profissional diante do mercado fitness e da supervalorização da imagem corporal.
“A primeira vez que visitei uma loja de suplementos fiquei espantada com a concepção de alimento que as pessoas estão carregando. Eu não sigo blogueiras, não vejo imagem corporal. Estou no contra fluxo a tudo isso. Nunca fiz dieta. O meu papel [como Nutricionista] é brigar com o mundo. Com as indústrias, com a mídia. É lutar contra um sistema muito bem montado. Estou me aperfeiçoando, cada vez mais, para respeitar a individualidade do paciente, e não fazer o nutricionismo, que eu não aprovo.”
O Nutricionista Thiago Bronze, 30, presta sua homenagem ao Dia do Nutricionista abrindo parte da própria história com a comida e com o corpo, que o levou a querer estudar essa área.
“A principal missão do Nutricionista é ajudar as pessoas. Eu entrei na Nutrição porque vim de uma perda de peso. Tive anorexia, bulimia, compulsão, passei por todas essas coisas. Quando estava um pouco melhor, as pessoas me falavam: ‘nossa, você só fala de engordar, de carboidrato. Por que você não estuda?’. No primeiro semestre da faculdade, eu já sabia um monte de coisa, era aquele nerd chato. No meio do curso, conheci a Sophie e outros profissionais que abordavam a nutrição de uma maneira diferente. O livro da Sophie me ajudou muito, porque eu era um Nutricionista que ainda tinha um pouco de transtorno e eu ia passar isso pra frente de alguma forma.
Meu TCC da pós foi sobre comportamento. É um assunto que me interessa bastante porque vejo que dá resultado. É preciso acolher o paciente, porque ele chega na clínica com medo. Eu passo plano alimentar, mas de acordo com os horários da pessoa, com o que ela gosta, com o que ela pode comprar, pode fazer. Ela escolhe as metas dela. Minha consulta às vezes demora duas horas, só conversando. Não é só mandar ele comprar o sal rosa do Himalaya, que ele não pode comprar, ou falar pra tirar o glúten e a lactose sem motivo nenhum.
Acho que falta isso, entender o paciente, porque eles não estão sendo acolhidos, estão sendo só uma estratégia de marketing para você mostrar que tem sucesso. Esse aqui emagreceu, vou tirar uma foto de antes e depois – que nem pode – e vou postar na internet. Não pode, mas é o que mais tem. O Nutricionista precisa desmistificar as coisas da internet e mostrar que alguns comportamentos são simplesmente normais.”
Ludmila Fratogianni, 40, estuda o curso técnico em Nutrição. Ela presta sua homenagem ao Dia do Nutricionista reforçando a importância do profissional como agente de promoção de saúde.
“Engordei 25 quilos na minha segunda gravidez, e não conseguia perder de jeito nenhum. Comecei a me interessar muito por Nutrição, mas mais por estética mesmo. Só que eu vi que vai muito além disso, tem muito mais a ver com saúde, e foi o que me interessou. O Nutricionista tem o papel de desmistificar tudo isso que vem sendo muito difundido e que as pessoas acreditam, porque estética dá dinheiro, esse mercado chama atenção. Mas a maioria dos casos tem mais a ver com o lado comportamental.”
Encerro este artigo com depoimento da Andrea M., advogada de 49 anos que é minha paciente. Ela narra com muita delicadeza a sua mudança de comportamento diante da comida.
“Descobri a Dra. Sophie Deram ao ler seu livro, “O Peso das Dietas”. Vi a minha realidade ali retratada por alguém que cientificamente sabia o que eu estava passando e que propunha uma outra forma de conduzir e tratar o meu problema de ‘luta com a balança de muitos anos’ por meio de orientações, informações e dicas de como seguir o caminho de volta para uma interação tranquila entre a minha alimentação e minhas emoções; meu corpo e cérebro. Ela passou a ser minha Nutricionista e sob sua essencial e valorosa orientação adquiri novos e revisei velhos comportamentos alimentares. Com a minha prática diária de novos hábitos, o resultado foi uma vida mais saudável, feliz e em paz com a comida e que levou ao meu efetivo emagrecimento.”
No meu canal no Youtube fiz uma bela homenagem em que destaco como eu amo ser nutricionista. Assista!

Depois de ler nossa homenagem ao Dia do Nutricionista, aproveite e veja:

Pacientes cada vez mais não querem apenas ser medidos e receber uma receita padronizada com uma lista de alimentos e quantidades definidas. Você profissional de saúde, conheça aqui uma abordagem diferenciada da nutrição com os cursos presencial e online do Método Sophie.

2 Comentários. Deixe novo

  • Oi Sophie,
    li seu livro e adorei. A forma como você trata a questão alimentar é muito natural e orgânica. Respeitando o organismo e a pessoa. Tenho uma irmão obesa e gostaria de saber se tem alguma nutricionista ou nutróloga que você tenha conhecimento que siga essa mesma linha que você em Fortaleza. Antecipadamente agradeço a atenção e mais uma vez a parabenizo pelo excelente trabalho!

    Responder
    • Olá Clarissa, tudo bem? Ficamos muito felizes que tenha gostado do livro da Dra. Sophie e do trabalho que ela desenvolve!
      Em Fortaleza tem a nutricionista Mariana de Alencar Ribeiro, que fez o curso Nutricoach da Dra. Sophie e segue essa linha. O e-mail é marianaribeiro@live.com.
      Beijos
      Viviani – Equipe Sophie

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